melhor emprego
Eu tenho um preferido, mas seria muito óbvio revelar.
((agradecimentos gigantescos à fonte exclusiva))
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fala, liderança!
Meus amigos são DGÊNIOS, desculpae. Inspirados pelo mais novo escândalo político que avassala esse Rio Grande sem fronteira, aquela CORJA acaba de lançar o Funk do Detran Bovino!
update: ganhando as rádios porto-alegrenses, o Funk do Bu$atto (tesão)
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Meu vestido favorito aí em cima. Semana passada promovi uma ode particular ao corte trapézio. Começou com uma visita despretensiosa à loja Zachary’s Smile, conhecida pelos vestidos vintage. Pesquisando, cheguei nesse quadriculado à direita, mas substituí como sonho de consumo pela peça de museu aí de cima. É, e museu de arte.
É esquisito isso, como quando a gente descobre um livro fabuloso e, no que coloca o nome do autor no google, fica sabendo que ele morreu na semana anterior. Tipo, tu não ia tomar um café com o sujeito, mas podia ter prestado mais atenção quando, sei lá, passasse um documentário na tevê. Bem estranho.
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Você, que como eu, tem péssima memória para datas, aproveite a noite comemorativa de semi-final da Libertadores e coloque seu gingado em dia (clique aqui para dançar):
Eu já fiz tudo o que podia
Tudo-tudo o que faz uma pessoa normal
Já dei boa noite em pleno dia
Só falta ser manchete de jornal
Mas também pudera
Você não entende nada de comunicação
Co-mu-ni-cação
Ligue a sua antena
Vê se no seu peito bate um coraçãããââo
Você não entende o meu recado
Quer que eu grite-grite com todos os meus pulmões
No seu ouvido tem teia de aranha
E nem se liga em certas emoções
Apesar de tudo, morro mas não mudo de opinião
O-pi-nião
Você não é de gelo
Mas se assim for vou derreter seu coraçãããââo
Olha eu aqui, oh oh oh oh!
Olha eu aqui, oh oh oh oh!
Olha eu aqui, oh oh oh oh!
Olha eu aqui, oh oh oh oh!
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objetos de desejo, parte 2

Povo não queria sugestões para um chá de panela? Taí (via Digital Drops)
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III
O frenesi Sex and the City torrou a minha paciência. NY oferece até passeios temáticos para brincar de Glamurosa-comedora-de-cupcake.
Acho excelente a idéia de lucrar com passeios às locações. É uma forma de compensar as quadras a mais que se caminha quando estão filmando algum seriado e aturar gritos histéricos de fãs sem noção.
A multidão aglomerada em frente ao prédio dos Nardoni durante a reconstituição do crime me inspirou uma idéia: CSI Brazil Adventure Tour
1. Casa da família Richthofen, São Paulo
2. Forno de Microondas, Rio de Janeiro
3. Caso Daudt, entre ruas & alamedas, Porto Alegre
4. A Alagoas de PC
5. _________ (deixe a sua sugestão)
(tá, acabou saindo algo nada a ver com a viagem aos EEUU, mas curti seguir com os números romanos)
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marchons, marchons…

Em tempos de I’ve got a crush in Obama, Nicolas desperta emoções contraditórias entre os franceses, de acordo com artigo do NY Times (cortesia do Walter).
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objetos de desejo

A Feira Ecológica da Coolméia, no Bom Fim, deixará de distribuir sacolas plásticas na próxima semana. Algumas Ecobolsas em algodão cru já são vistas circulando pelo bairro. Ainda acho que vai demorar para os supermercados seguirem essa tendência, mas para quem já separa lixo reciclável, economiza folhas de papel, coloca pilhas velhas nos dispensers apropriados e espera para ligar a máquina de lavar só quando está entupida de roupas, essas bolsinhas Flip & Tumble, práticas e lindinhas, seriam um excelente incentivo [observe o vídeo de "transformação"].
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II
Já morei numa cidade turística e não perdi a curiosidade antropológica de observar pessoas em férias. Em poucas horas, é possível identificar a procedência daquelas hordas com sacolas da Macy’s, Gap e H&M tirando fotos em frente às lojas mais caras da 5th Ave. Saca aquele sorriso de boca aberta e o dedinho apontando pro logotipo? Essa mesma!
Existem passes que permitem a visita de 4.725 pontos de interesse turístico por um valor único. Alguns museus de arte entram nesse circuito, logo peça paciência ao Bom Deus quando seu momento de fruição e contemplação for interrompido por um benhê, tira uma foto minha com esse Van Gogh.
Como a arte contemporânea não interessa aos deslumbrados, é possível apreciar as obras fora das mostras permanentes mesmo que tenham 324 pessoas no dia da abertura. Esqueça aquela gente que fala alto, se empurra e arrota sem constrangimento: o povo aqui é educado!
E foi então que eu me apaixonei…
by Sabrina Fonseca
Olafur Eliasson é dinamarco-islandês e isso diz horrores. Na real, se eu tentar explicar agora, esse post nunca será publicado, então é melhor olhar aqui, aqui e aqui. No dia em que eu conseguir colocar isso em palavras, é hora de virar crítica de arte e não uma pateta que sai das mostras boquiaberta e só consegue repetir putaquiopariu e preciso de uma cerveja. Aliás, existe melhor termômetro para medir o quão foda foi uma experiência do que repetir idiotamente a mesma frase e desejar ingerir álcool para retomar a ligação com a realidade?
Vai mais artê aí? Cai Guo-Qiang, no Guggenheim (e uma das poucas fotos que tirei na viagem).
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